□ O NOVO CAPÍTULO
As cédulas são contadas, as vozes falam, e o antigo capítulo está fechado; o que agora está diante do Paquistão não é outra época política, mas uma nação que se move sob um mandato renovado, onde a autoridade carrega consequências, o silêncio carrega significado, e cada decisão é pesada contra algo maior do que o momento. Que o mundo observe a mudança sem que lhe digam o que significa. Nem toda intenção pertence a um jornal, nem todos os cálculos pertencem ao público, e nem todas as respostas são dadas antes da pergunta ser feita.
O novo Congresso ocupa o seu lugar sob o peso do nome do Paquistão. Não haverá declarações desnecessárias, nem promessas teatrais, nem explicações para satisfazer apenas a curiosidade. Os que entendem de Estado sabem que os movimentos mais conseqüentes são frequentemente os menos anunciados. Que outros interpretem o mapa, calculem os números e construam seus pressupostos; a história tem demonstrado repetidamente que a certeza construída sobre o conhecimento incompleto está entre as formas mais perigosas de confiança.
O Paquistão falou através do seu povo. O mandato foi cumprido. O capítulo mudou. O que se segue não requer nenhum anúncio.
O Paquistão permanece.
