No meio de uma tempestade e um pesado fardo,

O simples cidadão continua sonhando.

De um campo seco com suor,

A doçura se estende à fábrica de fumaça e fadiga.

Por algum tempo a cruz da justiça foi levada,

Como alguns roubaram da arca.

O grito da barriga e do pobre,

Uma vez coberto de cinzas e lágrimas.

Mas a cidade não era muda para sempre,

A cada passo, havia uma força que segurava.

A polpa nem sempre é silenciosa.

Torna-se fogo, preenchendo a noite de angústia.

O verdadeiro amor das mães,

Não só por uma bandeira ou por uma canção.

Esta é a posição junto com as mãos,

Para lutar pela terra que nos foi dada.

Deixe o agricultor, o trabalhador e a juventude surgirem,

A escuridão da injustiça será eliminada.

Porque as pessoas que aprenderam a lutar,

Aquele que libertará nosso povo!