RESISTÊNCIA COMUNISTA
ENQUANTO O POVO SOFRE, ZANGAOBR ESCOLHE A GUERRA
Contra o governo da guerra e contra o Partido Imperialista Brasileiro
O Brasil atravessa um momento decisivo.
Enquanto trabalhadores enfrentam dificuldades para garantir moradia, alimentação, saúde, educação e trabalho digno, o governo de ZANGAOBR escolhe colocar a política militar e a guerra no centro de suas prioridades.
Essa escolha precisa ser denunciada.
Não porque sejamos indiferentes aos conflitos internacionais ou porque ignoremos as ameaças existentes no mundo. Pelo contrário: justamente porque reconhecemos o valor da vida humana, recusamos a ideia de que a guerra deva ser apresentada como solução natural para os problemas políticos.
A guerra não é paga pelos governantes
Quando um governo decide aumentar seus gastos militares, enviar tropas ou participar de conflitos, não são apenas os governantes que assumem as consequências.
Quem paga é o povo.
Cada recurso direcionado à máquina de guerra representa recursos que poderiam ser empregados em hospitais, escolas, moradias, infraestrutura, transporte e políticas sociais.
Enquanto isso, o trabalhador continua enfrentando baixos salários, precarização e insegurança.
A pergunta que devemos fazer é simples:
Que sentido existe em construir uma máquina militar cada vez maior enquanto a população ainda não possui condições dignas de viver?
Para o Resistência Comunista, a resposta é evidente.
As necessidades do povo devem estar acima dos interesses militares.
ZANGAOBR E A POLÍTICA DE GUERRA
O governo ZANGAOBR tenta apresentar sua política externa como uma demonstração de força e soberania.
Mas soberania não significa simplesmente possuir mais armas.
Um país soberano é aquele em que seu povo possui condições de viver com dignidade e participar das decisões que determinam seu futuro.
De que serve uma grande capacidade militar para uma família que não consegue pagar o aluguel?
De que serve uma política externa agressiva para o trabalhador que não consegue acesso adequado à saúde?
De que serve falar constantemente em segurança enquanto milhares continuam submetidos à pobreza e à precarização?
A segurança de um povo não pode ser reduzida à segurança militar do Estado.
Existe também segurança alimentar, segurança habitacional, segurança econômica, segurança sanitária e segurança social.
ZANGAOBR escolheu priorizar uma delas enquanto deixa as demais em segundo plano.
É essa escolha que denunciamos.
NÃO SOMOS CONTRA O POVO
Nossa crítica não é dirigida contra os trabalhadores de outros países.
Não devemos transformar povos inteiros em inimigos.
O trabalhador brasileiro possui muito mais interesses em comum com o trabalhador ucraniano, russo, palestino, europeu, africano ou asiático do que com os grupos econômicos que lucram com guerras e conflitos.
A nacionalidade não deveria determinar quem é nosso inimigo.
A solidariedade internacional entre os trabalhadores deve estar acima do nacionalismo utilizado para justificar conflitos.
Somos contra a guerra porque somos contra a transformação de trabalhadores em instrumentos de interesses que não controlam.
E O PARTIDO IMPERIALISTA BRASILEIRO?
Mas existe outro problema.
O maior partido do país, o Partido Imperialista Brasileiro (PIB), transformou a defesa dessas políticas em uma de suas principais bandeiras.
O partido tenta convencer o povo de que militarização significa força, que aumento dos gastos militares significa desenvolvimento e que confrontação internacional significa patriotismo.
Precisamos rejeitar essa lógica.
O PIB apresenta-se como representante dos interesses nacionais.
Mas devemos perguntar:
Interesses de quem?
Do trabalhador que precisa de salário?
Da família que precisa de uma casa?
Do estudante que precisa de uma escola?
Do agricultor que precisa de terra e condições para produzir?
Ou daqueles que lucram com contratos militares, grandes empresas e setores econômicos beneficiados pela política de guerra?
Essa pergunta precisa ser feita antes de qualquer voto.
POR QUE NÃO DEVEMOS VOTAR NO PIB?
Não dizemos ao trabalhador simplesmente "não vote no PIB" sem apresentar razões.
Nossa posição é baseada em quatro críticas fundamentais.
1. O PIB coloca a militarização acima das necessidades sociais
Um governo deve estabelecer prioridades.
Se a população enfrenta problemas sociais graves enquanto os gastos militares aumentam, precisamos questionar essa escolha.
Armas não substituem hospitais.
Tanques não constroem escolas.
Mísseis não alimentam famílias.
Exércitos não resolvem a desigualdade social.
2. O PIB transforma nacionalismo em instrumento político
O partido tenta apresentar qualquer oposição às suas políticas como falta de patriotismo.
Essa lógica é perigosa.
Amar o próprio país não significa apoiar todas as decisões do governo.
Ser brasileiro não significa aceitar que trabalhadores sejam enviados para morrer em guerras.
Patriotismo não pode significar silêncio diante da injustiça.
3. O PIB ignora as causas sociais dos conflitos
O partido apresenta os conflitos principalmente como disputas entre Estados.
Nós defendemos uma análise mais profunda.
É necessário investigar interesses econômicos, relações de poder, imperialismo, recursos estratégicos e disputas entre diferentes grupos sociais.
Uma política verdadeiramente popular não deve perguntar apenas:
"Qual país devemos apoiar?"
Deve perguntar:
"Quais interesses estão por trás desse conflito e quem está pagando por ele?"
4. O PIB oferece guerra quando o povo precisa de transformação social
Essa é nossa principal crítica.
O Brasil possui problemas concretos que não serão solucionados pela militarização:
desigualdade;
pobreza;
concentração de renda;
precarização do trabalho;
déficit habitacional;
dificuldades no acesso à saúde;
problemas educacionais;
concentração fundiária;
desemprego e informalidade.
Esses problemas deveriam estar no centro do debate nacional.
Entretanto, o PIB prefere falar sobre poder militar.
Nós preferimos falar sobre o povo.
O QUE DEFENDEMOS?
O Resistência Comunista não pretende simplesmente denunciar.
Queremos apresentar uma alternativa.
Defendemos que os recursos públicos sejam direcionados prioritariamente para:
SAÚDE — fortalecimento dos serviços públicos e ampliação do acesso.
EDUCAÇÃO — investimento na educação pública e valorização dos trabalhadores da área.
MORADIA — políticas públicas capazes de enfrentar o déficit habitacional.
TRABALHO — combate à precarização e defesa de melhores condições de trabalho.
ALIMENTAÇÃO — combate à fome e garantia de segurança alimentar.
CIÊNCIA E TECNOLOGIA — desenvolvimento voltado às necessidades da população.
CULTURA — acesso democrático à produção cultural.
PAZ — diplomacia e cooperação internacional em vez da escalada permanente de conflitos.
UMA ESCOLHA PARA O POVO
A disputa política não deve ser apresentada como uma escolha entre diferentes formas de administrar a mesma sociedade.
Precisamos discutir qual sociedade queremos construir.
De um lado, temos uma política que coloca a militarização, a confrontação e os interesses das grandes estruturas econômicas no centro do Estado.
Do outro, defendemos uma política que coloque as necessidades humanas no centro da sociedade.
Não basta perguntar quem possui o maior exército.
Precisamos perguntar:
Quem possui a riqueza?
Quem controla a produção?
Quem toma as decisões?
Quem trabalha?
Quem se beneficia?
Quem paga o preço?
Enquanto essas perguntas permanecerem sem resposta, a verdadeira transformação social continuará distante.
NOSSA POSIÇÃO
O Resistência Comunista repudia a política de guerra de ZANGAOBR e rejeita o projeto defendido pelo Partido Imperialista Brasileiro.
Não porque defendamos a fraqueza.
Defendemos uma força diferente:
a força organizada dos trabalhadores.
Não queremos um país forte apenas para seus governantes.
Queremos um país forte porque seu povo possui direitos, dignidade, educação, saúde, moradia e poder sobre os rumos de sua própria sociedade.
Não queremos trabalhadores morrendo por interesses que não controlam.
Queremos trabalhadores organizados para controlar seu próprio futuro.
Contra a guerra.
Contra o imperialismo.
Contra a exploração.
Contra a militarização das necessidades do povo.
Pela paz entre os povos.
Pela emancipação da classe trabalhadora.
Pela Revolução.
RESISTÊNCIA COMUNISTA
O povo não deve pagar pela guerra.
O povo deve decidir seu próprio futuro.
